domingo, 9 de janeiro de 2011

Não importa o quanto você tente ser indiferente com algumas situações, o estado real sempre vai pesar uma hora ou outra.
Nos magoamos geralmente com facilidade e esconder esses sentimentos só acumula e nos afasta daquilo que pretendemos manter intacto.
Prefiro ser verdadeira. Sou transparente demais.
Sinto com clareza e demonstro com espontaneidade.
Os dias têm sido movimentados... Meu coração anda acelerado e cada vez mais apaixonado.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

“Descobri que a minha obsessão de que cada coisa estivesse no seu lugar, cada assunto no seu tempo, cada palavra no seu estilo, não era o prémio merecido de uma mente ordenada mas, pelo contrário, um sistema completo de simulação inventado por mim para ocultar a desordem da minha natureza.”
(Gabriel Garcia Marquez)
Somos todos lúdicos, com um pouco de lucidez.

Falamos sem pensar, ao mesmo tempo que pensamos no que dizer.

Valorizamos as.. palavras, mas esperamos atos reciprocos a elas.

Queremos sempre personalidade, mas que aceitem nossas opiniões e as compreendam também.

Somos egoístas e não gostamos que gostem do mesmo que nós.

Mas se falam mal dessas coisas, esperamos explicações por esse atos.

Queremos ser livres, mas acabamos vivendo todos presos dentro de nós mesmos.

Fingimos nos conhecermos, mesmo sabendo que ao certo isso nunca irá acontecer.

Ao mesmo tempo que somos todos iguais, nos destacamos por opções incomuns as dos outros.

E gostamos de ser assim, incomuns nas nossas semelhanças

Hoje, enquanto ouvia o barulho da chuva cair, procurei pensar em alguma coisa, qualquer coisa que fizesse algum sentido, o mínimo que fosse, que me servisse de reflexão naquele momento. Mas nada de concreto me veio a mente.

Depois de algum tempo nessa inútil procura, percebi que no fim, isso era algo bom, e que devemos ter esse tempo também, o tempo de não pensar em nada, de só ouvir o que está lá fora, como o barulho da chuva, por exemplo. Dessa forma, conseguimos dar uma folga para a cabeça, poupando-a e poupando nós mesmos das preocupações e dos questionamentos, que de certa forma, tanto nos desgastam.
 
(Autor desconhecido)
'...abriu todas as janelas para o dia azul brilhante.
Respirou fundo, sorriu. (...)
Sorriu ainda mais quando, sem esforço,
lembrou de uma porção de gente.(...)
quem acredita sabe encontrar.
Não garanto que foi feliz para sempre,
mas o sorriso (...)
era lindo quando pensou todas essas coisas...'
 (Caio F.)