domingo, 18 de outubro de 2009

Presentes...

Daqueles de criança, ao qual você está louca pela boneca dos seus sonhos. Os de mocinha, que você passa a querer diários e um lugarzinho para escrever tudo o que sonha. Eis que surgem os de adolescente, aqueles mais complicados afinal não podem demonstrar que ainda sonham, mas adoramos o fazer. Depois de tudo isso vem à hora daquele, que não se tem dinheiro que pague. Não se consegue pedindo e tão pouco se forçando a ser retribuído. São sentimentos. Passamos a olhar tudo o que nos rodeiam com mais afeto, e aquilo, que parece para uns tão pequenos, se torna a boneca, os sonhos, o diário e até mesmo o medo da fase que antecede a essa.
Eu costumava a guardar pedaços de recordações, hoje eu prefiro guardar as palavras, a representação delas. Nas minhas escritas de hoje, estariam um trecho que diz: “Alma serena que me encantou, emocionou um jovem cara de corpo fechado para as coisas do amor”, seguido de muitos corações, e o real significado disso guardado neles.
Emociono-me fácil, mas são poucos momentos, que descontrolo as emoções. Perdida em lágrimas de alegria e sonhando com o amor.

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