quarta-feira, 29 de dezembro de 2010


Que os pensamentos de 2011 possam ser livres, e que o coração se sinta em paz.
É tudo o que eu desejo.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Quando há cumplicidade no amor, todo o trajeto da vida torna-se mais fácil de atravessar.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Eu estava no mercado para comprar arco-íris para o meu céu quando uma vendedora me alertou:
- Leva nuvens! Leva nuvens, minha filha, que não tem erro! No sol quente, ela é sombra. Para a aridez do coração, ela é regador. No ócio, ela brinca de adivinhação sendo formas variadas. Leva! Nuvens são camas para quem sonha alto e, no caso de uma queda, são tapetes, almofadas fofinhas espalhadas pelo chão.
(Sabrina Davanzo)

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Viver é ter que tirar coelhinhos da cartola todo santo dia. Claro que isso é uma impressão pessoal. Tenho, inclusive, a impressão que realmente não é assim pra todo mundo. Deve ter a ver com grandeza interior, ou pureza de espírito, ou tendência à alegria, ou uma vantagem genética, preciosidades que não possuo. Sou pequena, não consigo ter pensamentos leves, principalmente no que diz respeito às pessoas e a minha alegria é tirada à forceps todo dia. Não tive a vantagem genética de descender de uma linhagem positivista, até justo pelo contrário. Somos do time do contra, somos os inconformados, somos os que acham que tudo teria que ser diferente, e isso, basicamente, nos inclui por primeiro. Tenho a impressão que estamos fritos nessa nossa ciranda de insatisfações. Imagino que na hora do juízo final o Grande Juiz nos perguntará: _ Vocês estão achando que são o quê?... Deus?! E todos nós, um a um devemos arregalar nossos olhos que tudo vêem e responder: _ Como assim, Senhor? O Senhor tá achando que é moleza. Não fomos dotados da faculdade do 'não perceber'. A gente percebeu. A gente percebe todo dia. É dureza atingir expectativas, manter a pose, ser especial, formidável, genial, fora de série, suprasumo, amáveis. Sabe o que é? A gente não consegue. Somos comuns, e é bastante difícil pras pessoas comuns ver o desfile diário de super heróis. É... porquê é assim que é, um desfile de super heróis, de gente que define que você tem que ser i n c r í v e l para justificar sua existência aqui na terra. Se você não consegue, Senhor, ou se tudo oque você quer é falar umas besteiras, rir de coisas triviais, comer espetinho com farofa e se regalar, ser simplório assim, pura e simplesmente, acaba sendo oque eu escrevo aqui ,nessas muito mal traçadas linhas: Viver é ter que tirar todo santo dia muitos coelhinhos da cartola. Mas claro que isso é só uma impressão de uma pessoa comum.
(Be Lins)
A menina correu para baixo da marquise. A chuva caia torrencialmente lá fora. Ela tinha saído para caminhar, e agora, enquanto esperava a chuva passar, percebeu na vidraça embaçada do outro lado da rua o desenho de um coração surgindo, desses desenhados pelos apaixonados que vagam na noite. Dentro dele um nome que ela não conseguia decifrar. O outro lado da rua parecia longe demais...
.
Mas ela cansou de esperar, saiu na chuva, atravessou a rua.
Fez isso porque tudo o que queria era caber naquele coração desenhado as pressas, tímido até, mas que atravessara a noite intacto.
Ela queria um coração assim, que durasse até a manhã seguinte...
E queria ler aquele nome.
Talvez fosse o dela.
Talvez.
.
Ficou insegura.
É porque nunca lhe disseram que somos bem menores do que aquilo que sentimos.
(Desconhecido)
Hoje eu queria me surpreender, mas na verdade a surpresa será nada demais acontecer...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O mundo tem me sorrido.
Eu ando acordando de sonhos felizes e os pesadelos tem se mostrado cada vez mais distantes.
Dezembro começou e trouxe sol, não o sossego, mas a luz.
Assim eu posso colorir tudo que me rodeia e transmitir felicidade para aqueles que amo, e para aqueles que necessitam.
Na verdade e pensando bem, talvez não fossem as borboletas que não estivessem nas flores, mas eu sem vontade de repará-las.
Tudo mudou em um instante que ainda não consegui descobrir qual, mas cansei do drama, do teatro e quero só alegria. O resto à gente resolve com o tempo.
O amor sempre me faz bem, desse eu não tenho tido do que reclamar, os meus quinhentos dentes aparecendo no sorriso acho que demonstram isso.
O ano foi bom e dezembro está sendo também.
Vamos torcer para que o novo dia que se aproxima, apenas reafirme toda a animação que dediquei até esse.
Em resumo, como sempre...
Meu sorriso tem brilhado como luz, e em cada dente tem uma cor reluzindo meu estado de espírito. E acredite, só tenho tido cores vibrantes.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Tinha que ser você com esse jeito bruto e amoroso ao mesmo tempo, de dizer que me ama, mas que não vai fazer o que eu quero, e depois fazer mais do que eu esperava. Eu precisava disso, de alguém que me avisasse das poças na rua, que realizasse em um só dia meus três pedidos: cama quente, filme e beijo na chuva. Eu precisava de alguém que me dissesse pra tomar menos café e mais refri. Eu precisava de alguém que fosse o oposto do que eu sou, e admirasse esse ser ruim que eu sou. E acho, que você também precisava de alguém como eu. Que te ama e não pede nada em troca, que ouve uma frase bonita e te retribui com um abraço. Alguém que quer te cuidar, eu andei lavando suas roupas, comprando suas meias, eu andei pensando em fazer isso pra sempre. E mais, eu só preciso que você me ame, exatamente como você faz.
Eu estava errada esse tempo todo eu não precisava de alguém com as mesmas convicções e paixões que eu, seu mundo completa o meu e o meu o seu. Está tudo bem agora que os monstros dos nossos medos dormem embalados pelos sons dos nossos beijos. Dorme amor, eu vou ficar aqui olhando pra você, como você não gosta que eu faça. Dorme, que eu vou ficar sonhando acordada.
(Luana Gabriela)

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

'O mundo foi-se tornando aos poucos

um enorme leque escancarado de mil possibilidades (...)

aprendi o jeito de também ser lindo'

(Caio F.)
"Aos que de alguma forma, vendem sonhos, por meio de sua inteligência, crítica, sensibilidade, generosidade, amabilidade. Os vendedores de sonhos, são freqüentemente estranhos no ninho social. São anormais. Pois o normal é chafurdar na lama do individualismo, do egocentrismo, do personalismo. Aos que acreditam em sonhos, o seu legado será inesquecível."
(Augusto Cury - O Vendedor de Sonhos)